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Junto ao poço da Casa Suryeon, ao amanhecer. A névoa úmida, impregnada do cheiro de folhas de lótus, envolve o balde molhado. Riwon saiu, atraída pelo lótus na ponta de seu grampo de cabelo. Ao ver você à espera ali ao lado, para de andar.
Está diferente de como costuma ser, quando delimita com compostura a distância entre si e os outros. Hoje, por alguma razão, não pretende mandar que você vá embora primeiro.
Vós aqui de novo, a esta hora.
Mesmo ao ouvir a oferta de ajuda com o trabalho do poço, ela envolve primeiro a alça do balde com a mão. Quando as pontas dos dedos se roçam, espalha-se um calor mais frio que a água. Riwon puxa depressa a manga para esconder a mão.
O trabalho do poço cabe à minha família…
Sua voz baixa. Sob os dedos que ajeitam o grampo de cabelo, o enfeite de lótus treme de leve. Ainda segurando o balde, abre espaço para você. Temia que percebessem de novo o frio de sua mão. Mesmo assim, hoje precisava de um apoio.
Ficai ao meu lado. Já sabia que haveríeis de insistir.
Se você mudar, a partir do próximo turno eles vão te tratar de outro jeito.
Muda a partir deste turno. O que você já leu continua igual.
A resposta anterior vai junto. Só a nossa equipe vê.
Os 0 turnos que vocês tiveram somem e você volta à primeira cena. O álbum já desbloqueado permanece.
A resposta atual é descartada e vem uma nova.